quinta-feira, 8 de julho de 2010

UAB - Universidade Aberta do Brasil

Irecê - Pólo

Curso Matemática

Disciplina: Organização do trabalho pedagógico

Docente: Lúcia de Fátima C. F. Lessa

Discente:

NEILTON SATEL DOS SANTOS G-10

IRECÊ

2010

Questão 1: (Valor 1,0)

Em sua opinião, que ações educativas você poderia incorporar às aulas de Matemática de maneira que dê significado à aprendizagem do aluno?

O ensino da matemática tem sido um grande desafio para o educador matemático. A reclamação em muitos casos por parte dos alunos de que as aulas são monótonas e pouco atrativas, vem dificultando seu ensino gradativamente.

O uso de novas tecnologias tem se tornado um grande aliado do professor de todas as áreas dos saberes, em especial a matemática. Quando usado de maneira adequada, alguns softwares ajudam na confecção de tabelas e construções de gráficos. Outro recurso interessante é o uso de jogos matemáticos na sala de aula.

Sair um pouco da rotina ministrando aulas em ambientes abertos como em baixo de árvores ou em locais diferentes do ambiente escolar também ajuda a sair da monotonia e proporcionar aulas mais atrativas.

A utilização de materiais simples usados no quotidiano dos alunos, também proporcionará uma configuração mais atraente das aulas de matemática. È necessária a participação de todos os educandos para que tenhamos uma educação mais humanizada.

Questão 2: (Valor 1,0)

Caracterize os modos e instrumentos de avaliação (testes, testes em duas fases, relatórios e ensaios, portfólios).

Os testes ou provas escritas ainda é um dos instrumentos de avaliação mais utilizados pelas escolas. Neste tipo de instrumento, o aluno deverá sintetizar seus conhecimentos de forma escrita ou oral a depender do tipo de teste. É um instrumento que carrega algumas desvantagens uma vez que nem todos têm a mesma capacidade de raciocinar sobre pressão e com um tempo estipulado previamente.

O teste em duas fases foi instituído em Portugal e objetiva uma segunda oportunidade ao educando em refletir suas respostas após um feedback do professor. A avaliação deverá ser comentada pelo professor e após este comentário, é realizada uma segunda fase onde o educando terá a oportunidade de responder novamente sobre os temas abordados sob novas perspectivas.

O relatório escrito tem sido usualmente usado na proposta de avaliação dos alunos em Matemática, fugindo um pouco a tradição de que este tipo de instrumento avaliativo era inadequado a esta disciplina. Este tipo de instrumento avaliativo tem a vantagem de poder ser utilizado tanto durante como fora das aulas, tendo bons resultados uma vez que é possível explorar o lado investigativo dos educandos.

O portfólio é outro instrumento avaliativo que pode ser utilizado como um processo contínuo de avaliação, podendo ser retomado sempre que necessário durante vários momentos e em várias aulas ao longo de todo o ano letivo. Neste processo, é necessário um nível de integração entre alunos e professores muito maior e ainda uma maior compreensão por parte dos educadores em aceitar o maior grau de liberdade permitido neste processo em relação a seus alunos uma vez que os mesmos deverão ter maior liberdade em relação as formas de expressarem suas idéias.


COPERIL - Escola Cooperativista de Irecê

2º bimestre 2010

Irecê – Ba

Turma - 2º ano B

Sala 18

36 alunos

Disciplina: Matemática

Professor: Neilton Satel dos Santos

Transformação de grau para radiano e de radiano para grau


3- OBJETIVO

Fazer com que, por meio de uma atividade prática, os alunos entendam o conceito de radiano e, também, a relação entre grau e radiano.

4- Conteúdos abordados: Trigonometria - Transformação de grau para radiano e de radiano para grau

5 - ESTRATÉGIAS - Os alunos forma divididos em grupos de, quatro membros. Foram utilizados vários objetos redondos, como Cds, panelas, latas de leite ou de óleo para determinação do raio da circunferência do objeto em estudo, utilizando barbante e régua.

6 - Avaliação – A avaliação será feita em duas etapas: Na primeira os alunos se defrontaram com uma avaliação escrita com 5 questões envolvendo os conceitos de radianos e graus desenvolvidos durante a aula.

Após correção e comentário pelo professor, será feita outra avaliação com os temas abordados pelo professor, desta vez utilizando calculadoras para fazer os cálculos envolvidos na atividade.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Converta graus em radianos. Disponível em:

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070527083647AAtACzM

DANTE, Luiz Roberto. Matemática: Contexto e Aplicações, vol. 1.

GIOVANNI, José Ruy, De olho no vestibular – São Paulo: FTD 1996.

PLANO DE ENSINO

DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO
PROFESSORA FORMADORA: LÚCIA DE FÁTIMA C. F. LESSA
Aluno: Nivaldo Guedes Moitinho


ATIVIDADE ON-LINE II

Questão 1: (Valor 1,0)
Em sua opinião, que ações educativas você poderia incorporar às aulas de
Matemática de maneira que dê significado à aprendizagem do aluno?

Lecionar matemática é sempre um grande desafio para o educador matemático. É muito comum reclamações, por parte dos alunos, de que as aulas são monótonas e pouco atrativas e isso dificulta muito o aprendizado.
Penso que a introdução de recursos tecnológicos tais como o computador, o retro-projetor, o uso de softwares educativos, etc, vem enriquecer e facilitar, em muito o trabalho do docente e a assimilação dos conteúdos por parte do discente, além de quebrar essa monotonia instalada nas salas de aula e mais especificamente nas aulas de matemática.
Sair do ambiente interno da sala de aula e aproveitar o espaço externo da escola, também será muito prazeroso. Os espaços são os mais diversos. Podemos esplorar a sombra de alguma árvore, a horta da escola, o formato das construções, etc.
O trabalho com materiais concretos traz resultados muito satisfatórios uma vez que saímos do campo da abstração pura, para algo mais plausível.


Questão 2: (Valor 1,0)
Caracterize os modos e instrumentos de avaliação (testes, testes em duas fases,
relatórios e ensaios, portfólios).

Testes:
O teste, individual, sem consulta e com tempo limitado, ainda é o instrumento de avaliação mais utilizado na escola.Traz desvantagens pois observa apenas o aspecto quantitativo, aquilo que foi escrito. Pouco eficiente se tomarmos unicamente este como base avaliativa.

Teste em duas fases:
O teste em duas fases, como o próprio nome define, objetiva uma segunda oportunidade ao educando em refletir suas respostas após um feedback do professor. A avaliação deverá ser comentada pelo professor e após este comentário, é realizada uma segunda fase onde o educando terá a oportunidade de responder novamente sobre os temas abordados sob novas perspectivas.

Relatório escrito:
O relatório escrito tem sido usado na proposta de avaliação dos alunos em Matemática, fugindo um pouco a tradição de que este tipo de instrumento avaliativo era inadequado a esta disciplina. Este tipo de instrumento avaliativo tem a vantagem de poder ser utilizado tanto durante como fora das aulas, tendo bons resultados uma vez que é possível explorar o lado investigativo dos educandos.

Portfólio:
O portfólio é outro instrumento avaliativo que pode ser utilizado como um processo contínuo de avaliação, podendo ser retomado sempre que necessário durante vários momentos e em várias aulas ao longo de todo o ano letivo. Neste processo, é necessário um nível de integração entre alunos e professores muito maior e ainda uma maior compreensão por parte dos educadores em aceitar o maior grau de liberdade permitido neste processo em relação a seus alunos uma vez que os mesmos deverão ter maior liberdade em relação as formas de expressarem suas idéias.


Questão 3: (Valor 3,0)
Escolha um tema a ser abordado do ensino fundamental ou médio, feito isso,
desenvolva um plano de ensino segundo o roteiro abaixo:



EMX - Escola Municipal X

 2º bimestre 2010
 Irecê-Ba
 Turma - 8º ano A
 Sala “2”
 21 alunos
 Disciplina: Matemática
 Professor: Rogerio Rodrigues Pereira


1. Tema aula(s):
• Geometria


2. Objetivos:
• Gerais – Analisar, classificar e construir figuras geométricas bidimensionais e tridimensionais, utilizando noções geométricas como ângulos, paralelismo, perpendicularismo, estabelecendo relações e identificando propriedades.
• Específicos – Reconhecer um ângulo como a figura geométrica constituída por duas semi-retas de mesma origem e não coincidentes; identificar e nomear o vértice de um ângulo; saber o que é o grau, o minuto e o segundo; identificar ângulos por sua nomenclatura; etc.

3. Conhecimentos a serem construídos durante o trabalho docente:
• Ângulos

4. Estratégias:
I. Explanação verbal, introdutória do assunto;
II. Apresentação de algumas figuras planas e espaciais bem como fotos de construções antigas e atuais, de diferentes culturas, procurando identificar diferentes tipos de ângulos nestas.
III. Após os passos precedentes, identificaremos os ângulos em objetos do cotidiano do aluno como em: porta, janelas, cancela de fazenda, tesouras de construções, etc.
IV. Observaremos o conteúdo do livro didático a ser abordado e aplicaremos os exercícios do mesmo.

5. Recursos envolvidos.
• Professor e alunos, a sala de aula bem como todo o espaço escolar, palitos, linhas, fotos, figuras planas e espaciais, softwares, computador e o livro didático.

6. Avaliação:
• Observação direta;
• Relatório em grupo e individual;
• Pequena apresentação oral dos grupos envolvidos.


7. Referências bibliográficas a serem utilizadas.

• Projeto Arariba: matemática/obra coletiva, Juliane Matsubara Barroso. – 1. Ed. – São Paulo: Moderna, 2006
• A conquista da matemática: a + nova/ José Ruy Giovanni, Benedito Castruci, José Ruy Giovanni Júnior. - São Paulo: FTD, 2002.

8. Observações:
• Se não esvaziarmos o conteúdo abordado nesta aula, continuaremos na(s) aula(s) seguinte(s).

Aprendendo Matemática


UAB - Universidade Aberta do Brasil

Irecê - Pólo

Curso Matemática

Disciplina: Organização do trabalho pedagógico

Docente: Lúcia de Fátima C. F. Lessa

Discente:

Pedro Tiago Dourado Gonçalves G-10

IRECÊ

2010

ATIVIDADE ON-LINE 2



Ensinar Matemática não tem sido das missões mais fáceis, já que os alunos em sua maioria a considera um bicho papão das disciplinas, a matéria que só loucos aprendem, enfim com tantos adjetivos inadequados, torna-se muito mais complicada do que realmente é.

Depois de vários estudos na área esta comprovada que alguns métodos melhoram o ensino-aprendizagem. É ela a inclusão de tecnologias em suas aulas, o Governo Estadual e Municipal tem sido um grande aliado na implantação de tecnologias de ponta nas escolas, onde capacitando o professor para que as utilize corretamente, teremos aulas muito mais interessantes e possibilitando que se desmistifique esta matéria que tanto assusta.

Outra situação muito interessante é a modelagem matemática, possibilitando assim, o aluno aprende o assunto e como ele vai utilizá-lo em seu dia-dia, pois se o aluno conseguir relacionar o assunto da disciplina com o seu cotidiano, a aprendizagem se da muito mais fácil. Um exemplo disso seria juntar toda a turma em no pátio da escola para calcular a área daquele pátio, ou se for um prédio, calculando a altura através da sombra, entre outras situações possíveis.

No caso das avaliações eu não acredito que as provas sejam as mais importantes, pois nem sempre o aluno consegue demonstrar o seu conhecimento por puro medo de erra, ou qualquer outro fator que o infrinja naquele momento, claro que a mesma não pode ser abandonada, pois atualmente os vestibulares e concurso são através de provas cada vez melhor elaboradas, dividiria os pontos duas partes onde metade eu avaliaria o empenho dos alunos em sala de aula com atividade e participação e a outra metade sim eu avaliaria com provas.

uma vez ao anos, realizar gincana matemática, onde o aluno poderá esta utilizando o que aprendeu em sala, diretamente com material sólido, mostrando assim que tudo o que ele aprendeu não foi em vão.


Roteiro - Pedro Tiago.

Escola Estadual Professor Joel Americano Lopes

Período: 1º bimestre 2010

Local: Irecê – Ba

Horário: Noturno

Turma: 1º ano A

Sala: 02N

N° de alunos: 44 alunos

Disciplina: Matemática

Professor: Pedro Tiago Dourado Gonçalves

2: Progressão Aritmética e Progressões Geométricas.

3: Busca ensiná-las de forma prática e concisa, fazendo-se entender que tudo o que ele esta aprendendo tem importância em sua vida, e uma forma de fazer isso é demonstrar quando e como eles utilizarão a progressão aritmética e geométrica em seu cotidiano.

4: Aguçar o raciocínio lógico, noção financeira, pois as mesmo podem ser utilizadas para se calcular juros simples e juros composto, calcular tempo em que se chega a um deter minado ponto se a aceleração for geometricamente calculada, enfim elas se envolvem em muitas coisas dos nosso cotidiano.

5: Uma das situações que mais contribui com o ensino da matemática, é o envolvimento financeiro em suas situações problemas, pois envolveu dinheiro todo mundo quer aprender, dividiria a turma em grupos de 5 a 6 alunos e daria duas situações problemas sobre rendimento bancário onde uma renderia em PA e a outra em PG, e até que ponto qual das duas seria mais vantajosa, e que fosse esboçado um gráfico das situações. Esta atividade poderá ser exercida em sala de aula mesmo, e os recursos didáticos neste caso são muitos simples, bastaria uma folha de oficio para que fosse respondida a questão e uma cartolina e lápis idrocor para que fosse feito o gráfico a ser discutido posteriormente em sala de aula.

6: A avaliação será feita em duas partes: primeiramente eu avaliarei o situação descrita no item 5 e a segunda partes das notas seriam dadas em testes e provas contendo sempre situações reais vividas corriqueiramente pelos alunos.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Os conceitos de Progressão Aritmética e Progressões Geométricas, como base de conteúdo os sites.

http://www.somatematica.com.br/emedio/pg.php

http://www.ccmn.ufrj.br/curso/trabalhos/pdf/matematica-trabalhos/tendencias_educacao_matematica/tendmatem2.pdf

Como se aprender a matemática.

UAB - Universidade Aberta do Brasil

Irecê - Pólo

Curso Matemática

Disciplina: Organização do Trabalho Pedagógico

Docente: Lucia Lessa

Discentes:

PEDRO TIAGO D. GONÇALVES G-10

NEILTON SATEL DOS SANTOS G-10

IRECÊ

2010

ATIVIDADE ON-LINE 1


O conceito de escolas tradicional e nova são muito criticados atualmente, devido a uma grande centralização do professor. Muito utilizada por meados das décadas de 60 e 70, teve o seu insucesso comprovado com a grande dificuldade de aprendizagem destes alunos. No caso da escola ativa nasce no final do século XIX e tem como característica comum: o princípio da atividade, corrente de pensamento desenvolvida para criticar o positivismo. E com o apoio da ciência a comportamentalista tem avaliado como se da uma melhor aprendizagem, através de estímulos entre outros métodos. A construtivista defende que o conhecimento resulta da interação de uma inteligência sensório-motora com o ambiente.

Os princípios defendidos pelo grande educador Paulo Freire são a Justiça social, liberdade, ética, autonomia do ser humano, da escola e da sociedade. Para ele “a educação deve ter como objetivo maior desvelar as relações opressivas vividas pelos homens, transformando-os para que eles transformem o mundo”. Em entrevista concedida ao professor Ubiratan D`Ambrosio, Paulo através de suas sabias palavras, nos fez entender que nos professores de matemática, quando introduzimos a pedagogia ao ensino das matérias de exatas, correlacionado o determinado assunto com situações do cotidiano, o entendimento da disciplina torna-se mais fácil e prazerosa, É através de uma boa didática que o professor de matemática aprende a ensiná-la. as contribuições do Professor Paulo foi incalculável, sem dúvida, o pedagogo mais importante do Brasil, onde através das suas idéias conseguiu tira muitos cidadãos do analfabetismo.

A formação didática de um professor de matemática é quase tão importante quanto aprender a lhe dar com números, pois está comprovado que para um bom ensino-aprendizagem da matemática, face necessária a utilização de situações vividas do cotidiano, outra forma é a utilização de jogos didáticos nas aulas, aguçando ainda mais o raciocínio.

É perceptível a melhorar no ensino brasileiro, isso se deve muito a investimentos feitos na capacitação dos professores a fim de melhorar seus argumentos em sala de aula, com isso o professor aprende e os alunos aprendem mais ainda.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais foram utilizados inicialmente na Europa, onde devido ao seu grande sucesso, se expandiu para varias partes do mundo transformando-se base para a melhoria da educação. Dos vários países que adotaram os PCNs, o Brasil foi um deles, com o intuito de melhorar o ensino e nortear os professores a melhor maneira do Ensino-Aprendizagem.

Para que os mesmo dessem certos também no Brasil, tem-se que adaptá-lo a nossa realidade, talvez tenha sido a maior dificuldade encontrada pelos professores. Bem verdade é que a junção de vários fatores contribuiu na melhora significativa da educação, o que nos faz pensar que estamos no caminho certo.

UNEB- Universidade do Estado da Bahia
Aluno: Vanderley Nunes dos Santos
Organização do Trabalho Pedagógico
Prof: Lúcia de Fátima
Atividade online II


1- Bem, tentar mostrar a importância do assunto abordado para o seu crescimento intelectual e profissional, procurar adequar o conteúdo com sua realidade e vivenciar a prática do mesmo, dando assim um significado.


2- Procuro avaliar usando ferramentas já conhecidas como teste ( dupla ou individual), pesquisas buscando a contextualização( coordenadas cartesianas- pesquisa sobre fusos horários, localização de cidades em mapas...), trabalhos em grupos abrindo em seguida uma discussão sobre os temas abordados. Outros meios de avaliação é a freqüência, participação, tema colocado por algum aluno.


3- Tema: Análise Combinatória

1- Cabeçalho

Colégio Luis Eduardo Magalhães, 05/05/10.
2ª unidade
Noturno
2° ano
2N5
40 alunos
Matemática
Vanderley Nunes

2- Idéia central

Probabilidade

3- Objetivos;

Gerais: levar em conta o desenvolvimento de capacidades específicas, as aplicações na realidade e ciências e a relação entre matemática e tecnologia usadas como ingresso e fonte de transformações na educação matemática. Para que o educando possa consolidar e aprofundar os conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando a continuidade de seus estudos.

Específicos: compreender conceitos, procedimentos e estratégias matemáticas, aplicar seus conhecimentos matemáticos em seu cotidiano, desenvolver a capacidade de raciocínio e resolver problemas e analisar e interpretar dados provenientes de problemas matemáticos e do cotidiano.

4- Conhecimentos a serem construídos: compreender enunciados; procurar, selecionar e interpretar informações relativas ao problema; selecionar estratégias de resolução de problemas e reconhecer relações entre matemática e outras áreas de conhecimento.


5- Procurar relacionar o máximo o conteúdo abordado com seu dia-a-dia, trabalhar a pesquisa buscando exemplos do cotidiano e formulação de atividades em grupos.


6- Apresentação de seminários (ex: teatro), teste e um fórum de discussão sobre alguma situação do cotidiano.


7- Livros, jornais, revistas, TVs e internet.

UNEB – UNIVERSIDADE DO ESTADO DABAHIA
NEAD – NÚCLEO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA
DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – CAMPUS I
CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA A DISTÂNCIA
DISCIPLINA: ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO
PROFESSORA FORMADORA: LÚCIA DE FÁTIMA
C. F. LESSA
Aluno: Rogerio Rodrigues Pereira


ATIVIDADE ON-LINE II

Questão 1: (Valor 1,0)
Em sua opinião, que ações educativas você poderia incorporar às aulas de
Matemática de maneira que dê significado à aprendizagem do aluno?

Lecionar matemática é sempre um grande desafio para o educador matemático. É muito comum reclamações, por parte dos alunos, de que as aulas são monótonas e pouco atrativas e isso dificulta muito o aprendizado.
Penso que a introdução de recursos tecnológicos tais como o computador, o retro-projetor, o uso de softwares educativos, etc, vem enriquecer e facilitar, em muito o trabalho do docente e a assimilação dos conteúdos por parte do discente, além de quebrar essa monotonia instalada nas salas de aula e mais especificamente nas aulas de matemática.
Sair do ambiente interno da sala de aula e aproveitar o espaço externo da escola, também será muito prazeroso. Os espaços são os mais diversos. Podemos esplorar a sombra de alguma árvore, a horta da escola, o formato das construções, etc.
O trabalho com materiais concretos traz resultados muito satisfatórios uma vez que saímos do campo da abstração pura, para algo mais plausível.


Questão 2: (Valor 1,0)
Caracterize os modos e instrumentos de avaliação (testes, testes em duas fases,
relatórios e ensaios, portfólios).

Testes:
O teste, individual, sem consulta e com tempo limitado, ainda é o instrumento de avaliação mais utilizado na escola.Traz desvantagens pois observa apenas o aspecto quantitativo, aquilo que foi escrito. Pouco eficiente se tomarmos unicamente este como base avaliativa.

Teste em duas fases:
O teste em duas fases, como o próprio nome define, objetiva uma segunda oportunidade ao educando em refletir suas respostas após um feedback do professor. A avaliação deverá ser comentada pelo professor e após este comentário, é realizada uma segunda fase onde o educando terá a oportunidade de responder novamente sobre os temas abordados sob novas perspectivas.

Relatório escrito:
O relatório escrito tem sido usado na proposta de avaliação dos alunos em Matemática, fugindo um pouco a tradição de que este tipo de instrumento avaliativo era inadequado a esta disciplina. Este tipo de instrumento avaliativo tem a vantagem de poder ser utilizado tanto durante como fora das aulas, tendo bons resultados uma vez que é possível explorar o lado investigativo dos educandos.

Portfólio:
O portfólio é outro instrumento avaliativo que pode ser utilizado como um processo contínuo de avaliação, podendo ser retomado sempre que necessário durante vários momentos e em várias aulas ao longo de todo o ano letivo. Neste processo, é necessário um nível de integração entre alunos e professores muito maior e ainda uma maior compreensão por parte dos educadores em aceitar o maior grau de liberdade permitido neste processo em relação a seus alunos uma vez que os mesmos deverão ter maior liberdade em relação as formas de expressarem suas idéias.


Questão 3: (Valor 3,0)
Escolha um tema a ser abordado do ensino fundamental ou médio, feito isso,
desenvolva um plano de ensino segundo o roteiro abaixo:



EMGV - Escola Municipal Getúlio Vargas

2º bimestre 2010
Boca D’Água/Uibaí – Ba
Turma - 8º ano A
Sala “2”
21 alunos
Disciplina: Matemática
Professor: Rogerio Rodrigues Pereira


1. Tema aula(s):
Geometria


2. Objetivos:
Gerais – Analisar, classificar e construir figuras geométricas bidimensionais e tridimensionais, utilizando noções geométricas como ângulos, paralelismo, perpendicularismo, estabelecendo relações e identificando propriedades.
Específicos – Reconhecer um ângulo como a figura geométrica constituída por duas semi-retas de mesma origem e não coincidentes; identificar e nomear o vértice de um ângulo; saber o que é o grau, o minuto e o segundo; identificar ângulos por sua nomenclatura; etc.

3. Conhecimentos a serem construídos durante o trabalho docente:
Ângulos

4. Estratégias:
I.Explanação verbal, introdutória do assunto;
II.Apresentação de algumas figuras planas e espaciais bem como fotos de construções antigas e atuais, de diferentes culturas, procurando identificar diferentes tipos de ângulos nestas.
III.Após os passos precedentes, identificaremos os ângulos em objetos do cotidiano do aluno como em: porta, janelas, cancela de fazenda, tesouras de construções, etc.
IV.Observaremos o conteúdo do livro didático a ser abordado e aplicaremos os exercícios do mesmo.

5. Recursos envolvidos.
Professor e alunos, a sala de aula bem como todo o espaço escolar, palitos, linhas, fotos, figurashttps://www.google.com/accounts/ServiceLogin?service=mail&passive=true&rm=false&continue=https%3A%2F%2Fmail.google.com%2Fmail%2F%3Fui%3Dhtml%26zy%3Dl&bsv=1eic6yu9oa4y3&ss=1&scc=1&ltmpl=default&ltmplcache=2&hl=pt-BR planas e espaciais, softwares, computador e o livro didático.

6. Avaliação:
Observação direta;
Relatório em grupo e individual;
Pequena apresentação oral dos grupos envolvidos.


7. Referências bibliográficas a serem utilizadas.

Projeto Arariba: matemática/obra coletiva, Juliane Matsubara Barroso. – 1. Ed. – São Paulo: Moderna, 2006
A conquista da matemática: a + nova/ José Ruy Giovanni, Benedito Castruci, José Ruy Giovanni Júnior. - São Paulo: FTD, 2002.

8. Observações:
Se não esvaziarmos o conteúdo abordado nesta aula, continuaremos na(s) aula(s) seguinte(s).